continuação carreira da propaganda

Posted On maio 30, 2008

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No princípio do século, uma antiga moda de colocar políticos em anúncios começou. Faziam deles caricaturas, criavam diálogos, com muito humor e com uma certa alegria, pois a propaganda da época não era agressiva, ia mais para o lado irreverente e ingênuo, tudo bem imprevisto, sem dúvida, mas acima de tudo liberal. Exemplos como o do presidente da república com seus ministros saindo de uma loja qualquer, vestidos de quimono, dizendo que acabaram de fazer comprar fabulosas. Outro exemplo é do Barão de Rio Branco falando de produtos alimentícios. Estes anúncios eram vistos sempre de maneira positiva, amável, mostrando sempre um feitio pessoal que devia ser muito ao gosto do público. Eram por serem personalidades conhecidas dos leitores e simpáticos aos leitores que a propaganda os utilizava.

A partir de 1900, com o surgimento da Revista Semana, inicia-se uma nova fase com uma linguagem menos agressiva, atualidades e preocupações literárias. Também surgiram as revistas Arara e Vida Paulista, que se mantinham através das propagandas. Muitos nomes tornaram-se conhecidos nesta época pelos anúncios em grande escala: Drogaria J. Aramante, Charutaria do Comérico, Vinho Baruel, Antarctica, Loteria São Paulo e Mandaqui. Além das peças publicitárias coloridas mostrando vinhos, cabeleiras postiças, corpetes, cigarros e teatros de variedades, anúncio de rémédio avolumavam-se cada vez mais.

Em 1913 ou 1914, nasce a primeira agência de publicidade. na verdade não foi uma agência desde o começo, era uma firma que evolui no sentido da publicidade e logo se transforma em agência. Segundo Julio Cosi, nos começos da Eclética os jornais eram quase os mesmos de hoje, mas extremamente pobres em publicidade.

Blog depois de 4 meses

Posted On maio 30, 2008

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A pedido do professor Eric, venho postar sobre a minha opinião a respeito do blog. No começo do ano, quando o professor pediu que fizéssemos um blog e atualizássemos toda semana, tenho que confessar que não me animei muito com a idéia. Nunca tinha lido nenhum blog antes, mas fiz o meu e comecei os posts. Escolher o tema foi difícil, pois haviam muitos do meu interesse. Depois de muito pensar resolvi falar sobre a história da propaganda no Brasil. Como sou estudante de comunicação, achei que seria útil também para mim e confesso que aprendi muitas coisas! Com o passar do tempo, fui pegando o jeito do blog, fui navegando entre outros blogs e hoje posso dizer que realmente me interessei pela coisa. É muito legal saber que nós temos um lugar para expor nossas idéias e que pode ser comentado e apoiado (ou discordado) por outras. A troca de informação na internet está cada vez mais fácil, e também está cada vez mais fácil de aprender por aqui, descobrir coisas novas. Sou totalmente adepta ao blog e grata ao professor Eric por me fazer “descobrir” esse universo tão interessante!

continuação carreira da propaganda

Posted On maio 30, 2008

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Vida Paulista era um semanário ilustrado, sua ´página central era dedicada a caricaturas, havia também notas sociais, tópicos políticos e sonetos em seu conteúdo, seu padrão técnico em sete cores, nitidamente impresso era um atestado valioso do progresso das artes gráficas em São Paulo. Isso fez com qu no Rio de Janeiro o jornal O Malho aumentasse a sua tabela de preços fundamentando que levava prejuízos, pois o aumento tecnológico utilizado na edição dos jornais e revistas necessitava de um acompanhamento por parte dos preços. Enquanto a revista Arara tinha como característica seu formato pouco menor que um tablóide, com cores vivas de desenhos chamativos e anúncios de página inteira sempre nas duas primeiras e nas duas últimas, a penúltima dividida em vários, de tamanho menor em classificados. O tipo de propaganda forte no Brasil no começo do século eram as sobre remédios. Com formato em preto e branco e de tamanho menor, anúncios de diversos remédios para combater a sífilis como outras doenças, se avolumavam em revistas, daí a frase que diz: Brasil: um vasto hospital.

Comentário sobre o artigo O caos de São Paulo organizado nos blogs

Posted On maio 30, 2008

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Após a leitura do artigo “O caos de São Paulo organizado nos blogs”, fiquei a par de um universo que ainda não tinha um conhecimento mais profundo: que existem blogs a respeito da cidade e de bairros. Achei muito interessante e muito útil, pois além de ser uma fonte de pesquisa de restaurantes, baladas, show e etc, pode ser um meio de comunicação com as pessoas a respeito do que está acontecendo no bairro por exemplo. Um dos blogueiros diz na notícia que postou sobre uma praça no bairro do Morumbi que estava sem luz e no dia seguinte a prefeitura arrumou. Uma maneira muito mais rápida e mais fácil de comunicar à prefeitura. Aposto que no telefone durariam horas. Os blogs estão cada vez mais se superando e esse tipo de blog que fala a respeito da cidade pode ser útil a algum, talvez, amigo estrageiro que alguém possua que indique o blog para uma programação turística, por exemplo. É um meio dos cidadãos protestarem e discutirem sobre a cidade, suas melhorias e o que pode ser feito para melhorá-la. Uma ótima idéia!

continuação carreira da propaganda

Posted On maio 22, 2008

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Cinco séculos de propaganda são cinco séculos de Brasil. Um registro de nossos produtos, hábitos e comportamento. Um registro da moda, da política e da economia. Cinco séculos de história e sonhos, refletidos em panfletos, cartazes, jingles, anúncios e comerciais. Cinco séculos de idéias, bordões e personagens que invadem o cotidiano. E que contam, a seu modo, a vida e a história do povo brasileiro.

 

Período de 1800 à 1930

Até o ano de 1900, as propagandas no Brasil baseavam-se em temas como a compra e venda de imóveis e até de escravos, como já foi dito anteriormente. Alguns nomes daqueles anos ainda nos são familiares, como os Pós da Pércia, o Bálsamo Maravilhoso, Unguento Santo, o Óleo de Fígado Bacalhau, o Licor de Alcatrão e a Magnésia Fluida. Textos, que eram feios por poetas como Olavo Bilac, eram muito extensos, mas pouco a pouco foram sendo reduzidos e tornaram-se mais objetivos. Um outro hábito da época era a utilização de políticos em muitas propagandas. Desde o início do século, como atualmente, as últimas capas das revistas eram muito concorridas.

No começo do século surgem revistas, que se diferencia do jornal, pois este surgiu pela luta política, e a revista surge com a finalidade de promover anúncios. Algumas revistas como Vida Paulista e Arara, pequenas, foram revistas publicadas em São Paulo durante anos que se mantiveram graças a anunciantes locais. 

PR. 2.0 e a polêmica de Chris Anderson

Posted On maio 21, 2008

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O texto critica as mensagens que circulam na internet em relação aos blogs e Web 2.0. O desejo do autor é que essas mensagens atraiam o público, somente se preocupando como vai passá-la adiante e não com o seu conteúdo. Concordo com a idéia do texto pois a internet é uma maneira mais prática e rápida de passar informação, e muita gente não gosta de ficar lendo páginas e páginas em blogs, não acham nada confortável, por exemplo, ler um livro através da tela do computador. Temos que tornar as mensagens curtas e de fácil compreensão, pois, nos dias de hoje, diferentes classes sociais conseguem o acesso à internet.

continuação carreira da propaganda

Posted On maio 21, 2008

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Até o final dos anos 80, a propaganda brasileira passa por várias transformações: as duplas de criação que surgiram nos anos 70 passaram a trabalhar em equipe, numa espécie de agência sem paredes, que integrou Mídia, Planejamento e Criação. O fim das grandes campanhas institucionais governamentais e a retração do mercado definiram o perfil da nova agência de propaganda: a full service. Nesta década, o Brasil começa a marcar presença nos festivais publicitários internacionais. A propaganda se auto-regulamenta, com base na ética e no respeito ao consumidor, mais exigente e crítico.

A partir do final dos anos 80, a propaganda é bombardeada por todos os lados. E divide sua importância com o Merchandising, a Promoção, e Assessorias de Comunicação. Por outro lado, os bureaus se firmam no mercado: bureaus gráficos e bureaus de mídia. A Internet conquista seu espaço como mídia. As TVs por assinatura tiram o espectador dos canais abertos. Com a computação gráfica, efeitos especiais substituem a falta de idéias. É o fim? Não, apenas o começo de uma nova etapa.

continuação carreira da propaganda

Posted On maio 7, 2008

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O que veio em seguida, no Brasil, não teve graça nem glamour. Os “Anjos de Chumbo”, como foram chamados os 20 de ditadura, marcaram até hoje a vida do brasileiro. O grande anunciante era o governo. Don e Ravel cantavam “Ninguem Segura Este País”. Os carros circulavam com o adesivo “Brasil. Ame-o ou deixe-o”, um recado bem claro para quem não se enquadrava no esquema da época. Época do boom da bolsa e seus rapazes de gravatas largas, boom da classe média, época do milagre brasileiro.

Nos anos 70, entretanto, deu-se também o boom das telecomunicações e da Comunicação, profissionalizando um mercado criativo mas amador. As rádio FM conquistam um público impressionante. Via Embratel, a TV cores muda mais uma vez  a propaganda. Na mídia impressa, o off-set e rotogravura abrem caminho para o padrão de qualidade na propaganda.

comentário do texto “Vivemos em plena era da exposição”

Posted On maio 7, 2008

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Após a leitura do texto, pude constatar que sua idéia principal é o fato de que nos dias de hoje estamos nos expondo cada vez mais à mídia, o que não deixa de ser verdade. Por exemplo, o Big Brother, onde pessoas são trancadas em uma casa por 3 meses e “vigiados” 24 horas por dia. Muita gente gosta e assiste o programa, mas diz que nunca faria esse tipo de coisa. Em contrapartida, tem uma página no Orkut, no Facebook e um blog onde conta seu dia-a-dia. Na verdade, é a mesa coisa. Está lá para todo mundo ver. Existem pessoas que também dizem que “desfizeram” o Orkut porque era muito viciante, porém entam com a senha e o login do amigo para fuçar na vida alheia. Também, a mesma coisa. Esse tipo de recurso, foi feito para literalmente “fuçar” a vida dos outros porque lá estão seus amigos, suas fotos, seus interesses. Não é nenhuma informação útil, apenas um “passatempo”. Tenho Orkut e gosto, e só uso para saber da vida dos outros, mas acho essa exposição um pouco exagerada, mas impossível ficar sem. Mais uma vez somos manipulados pelo consumo e pela mídia inconscientemente e fazendo com que isso se torne algo essencial na nossa vida, ao passo que na verdade, é inútil.

Twitter vision e twitter map

Posted On abril 30, 2008

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Já começaram a surgir aplicações mash ups usando o Twitter na web. Uma interessante é o Twitter Vision. O site é uma visualização geográfica. É possível ver um mapa-mundi pipocado de fotos e textos. São os usuários e o que eles estão fazendo naquele momento. Outra coisa interessante é o Twitter Maps, no qual você põe sua localização para ser devidamente identificado e encontrado. Acho interessante esses recursos mas acredito que isso já é muita invasão de privacidade. Claro que quem se cadastra e usa esse tipo de recurso é porque quer, mas não acho tão saudável. Precisamos ter uma certa privacidade ou então o mundo viraria um caos total. Sei que com o mundo globalizado do jeito que está, esse tipo de coisa só tende a “aumentar” mas temos que ter um limite.

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